' Ela era encantadora. Eu havia parado de considerá-la de acordo com a lógica secular das conversações corriqueiras. Eu não estava mais preocupada em localizar insights intelectuais ou verdades poéticas em sua sintaxe, o que importava não era tanto o que ela estava dizendo e sim o fato de que ela o estava dizendo - e eu havia decidido encontar a perfeição em tudo o que ela pudesse escolher proferir. Eu me senti pronta para acompanhá-la em outro caso. (Tinha uma loja que vendia azeitonas frescas...) , estava pronta para amar cada uma de suas piadas que não tivesse graça, cada reflexão que perdesse o fio da meada. Eu me sentia pronta para abandonar a autoabsorção pela empatia total, catalogar cada uma das memórias dela, tornar-me uma historiadora de sua infância, aprender sobre todos os seus amores, medos e ódios - tudo o que pudesse ter se desenrrolado a partir de seu corpo e sua mente havia subitamente se tornado fascinante.
O que dá mais medo é a extensão até onde um pode idealizar o outro, quando tolerar a si mesmo já causa tantos problemas - pois esses problemas existem... Eu devo ter percebido que ela era só humana (com todas as implicações causadas pela palavra), mas não posso ser perdoado por meu desejo de suspender um pensamento desses? Toda paixão envolve o triunfo da esperança sobre o autoconhecimento. Nós nos apaixonamos esperando não encontrar no outro o que sabemos estar em nós mesmos - toda a covardia, fraqueza, preguiça desonestidade, comprometimento e estupidez bruta. Jogamos um laço de amor sobre o escolhido, e decidimos que tudo o que cair dentro de algum modo estará livre de nossos defeitos e, portanto, digno de ser amado. Localizamos no outro uma perfeição que nos ilude dentro de nós mesmo, e por meio da união com o amado esperamos de alguma forma manter uma fé precária na espécie.
Por que a consciência disso não evitou que eu me apaixonasse? Porque a falta de lógica e infantilidade do meu desejo não sobrepujaram minha necessidade de acreditar.Eu conhecia o vácuo que a ilusão romântica podia preencher, conhecia o ânimo que vinha de identificar alguem, qualquer pessoa, como sendo admirável. Muito antes que eu tivesse sequer posto os olhos nela, devo ter precisado encontrar no rosto de alguém uma perfeição que nunca vi dentro de mim.
O amor reinventa nossas necessidades com uma velocidade única. Quando nos despedimos e imediatamente fomos encaminhadas para nossas vidas habituais, senti uma curiosa sensação de perda. Será que aquilo podia realmente ser amor? Falar de amor depois de mal termos passado uma noite juntas era se deparar com cargas de ilusão romântica e imprecisão semântica. Mas só podemos nos apaixonar sem conhecer por quem nos apaixonamos. O movimento inicial está necessariamente fundamentado na ignorância. Amor ou simples obsessão? Quem, senão o tempo, poderia possívelmente começar a contar?'
Qualquer nome serve
Relatos cotidianos.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
Fases do amor : Fatalismo Romântico. (Parte I)
' O anseio por um destino não é em nenhuma parte mais forte do que em nossa vida romântica.
Até que se tenha morrido, é difícil considerar alguém como o amor de sua vida. Mas pouco depois de conhecê-la, não parecia de forma alguma um disparate pensar nela nesses termos. Reconheci nela a mulher que havia procurado de modo desajeitado por toda minha vida, cujo sorriso e cujos olhos, cujo senso de humor e gosto literário, cujas ansiedades e inteligência se encaixavam perfeitamente em meu ideal.
E foi por sentir que éramos tão certas uma para a outra que fui incapaz de considerar a ideia de que conhecê-la havia sido uma simples coincidência. Perdi a capacidade de analisar a questão da predestinação com o necessário ceticismo. Não supersticiosos normalmente, ela e eu nos agarramos a uma série de detalhes, por mais triviais que fossem, como uma confirmação do que já sabiamos por intuição: Que haviamos sido destinados uma para a outra. Deveriamos, é claro, ter sido mais racionais. E no entento, havia acontecido. O cálculo, longe de nos convencer dos argumentos racionais, só reforçava a interpretação mística da nossa paixão.
Abrigadas pelo amor, ocultamos a natureza aleatória de nossas vidas por trás de um véu de intencionalidade.
O fatalismo romântico nos protegeu, a mim e a ela, da idéia de que pudessemos, do mesmo modo, ter começado a amar outra pessoa se as coisas tivessem ocorrido de modo diferente, um pensamento inconcebível quando o amor está tão ligado à natureza única do amado.
Meu erro havia sido confundir um destino de amar com um destino de amar uma determinada pessoa. Era inevitável. Contudo, minha interpretação fatalista do início de nossa história era pelo menos prova de uma coisa: Eu estava apaixonada por ela.'
Até que se tenha morrido, é difícil considerar alguém como o amor de sua vida. Mas pouco depois de conhecê-la, não parecia de forma alguma um disparate pensar nela nesses termos. Reconheci nela a mulher que havia procurado de modo desajeitado por toda minha vida, cujo sorriso e cujos olhos, cujo senso de humor e gosto literário, cujas ansiedades e inteligência se encaixavam perfeitamente em meu ideal.
E foi por sentir que éramos tão certas uma para a outra que fui incapaz de considerar a ideia de que conhecê-la havia sido uma simples coincidência. Perdi a capacidade de analisar a questão da predestinação com o necessário ceticismo. Não supersticiosos normalmente, ela e eu nos agarramos a uma série de detalhes, por mais triviais que fossem, como uma confirmação do que já sabiamos por intuição: Que haviamos sido destinados uma para a outra. Deveriamos, é claro, ter sido mais racionais. E no entento, havia acontecido. O cálculo, longe de nos convencer dos argumentos racionais, só reforçava a interpretação mística da nossa paixão.
Abrigadas pelo amor, ocultamos a natureza aleatória de nossas vidas por trás de um véu de intencionalidade.
O fatalismo romântico nos protegeu, a mim e a ela, da idéia de que pudessemos, do mesmo modo, ter começado a amar outra pessoa se as coisas tivessem ocorrido de modo diferente, um pensamento inconcebível quando o amor está tão ligado à natureza única do amado.
Meu erro havia sido confundir um destino de amar com um destino de amar uma determinada pessoa. Era inevitável. Contudo, minha interpretação fatalista do início de nossa história era pelo menos prova de uma coisa: Eu estava apaixonada por ela.'
Fases do amor.
Coisas doidas me inspiram, mas desta vez algo óbvio me inspirou: um livro.
Esta é uma breve introdução de uma narração não-autoral adaptada de como uma relação de amor, mostra como e quanto é importante para a evolução humana. Feliz ou infelizmente acabamos por aceitar a dura realidade: nascemos para viver e sofrer desilusões amorosas, e nos julgamos únicos por isso. Achamos que só nós sofremos, achamos que só nós fomos traídos de alguma maneira, achamos que somente nós nos decepicionamos com o suposto amor de nossas vidas. Mas o que prova o amor, nada mais é do que o caminho a percorrer a partir do momento em que ele invade nossas vidas.
Não se engane, o amor e a desilusão são para todos.
(Ao final das publicações onde terão apenas breves trechos do livro, irei revelar o nome e o autor do mesmo, caso sintam curiosidade de tal inspiração filosófica. Lembrando que 'Fases do amor' não são minhas publicações, mas de algum modo representa à todos nós.)
Boa Leitura.
Esta é uma breve introdução de uma narração não-autoral adaptada de como uma relação de amor, mostra como e quanto é importante para a evolução humana. Feliz ou infelizmente acabamos por aceitar a dura realidade: nascemos para viver e sofrer desilusões amorosas, e nos julgamos únicos por isso. Achamos que só nós sofremos, achamos que só nós fomos traídos de alguma maneira, achamos que somente nós nos decepicionamos com o suposto amor de nossas vidas. Mas o que prova o amor, nada mais é do que o caminho a percorrer a partir do momento em que ele invade nossas vidas.
Não se engane, o amor e a desilusão são para todos.
(Ao final das publicações onde terão apenas breves trechos do livro, irei revelar o nome e o autor do mesmo, caso sintam curiosidade de tal inspiração filosófica. Lembrando que 'Fases do amor' não são minhas publicações, mas de algum modo representa à todos nós.)
Boa Leitura.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Um passo por vez.
Já fazia algum tempo. Já tinha alguns dias que as coisas estavam desconfortáveis e os questionamentos e incertezas se acumulavam. O desgaste era inevitável, o controle, praticamente impossível de manter, eu precisava de respostas. O cansaço me fazia dormir nos momentos mais inapropriados, a música me deixava relativamente mais calma, coloquei os fones de ouvido, e em meio a uma suplica, que gritava sussurros de pedidos tão simples como: "qual caminho devo seguir?", "Me dê apenas um sinal!" ,"será que não sou digna de resposta alguma?!" .
Apaguei.
Caí num sono tão profundo, que me impossibilitou de sonhar com o que quer que seja. O sono me surtiu como um tarja preta, por alguns poucos minutos. A musica estava rolando, e eu não conseguia ao menos ouvir o solo da guitarra. Batizei isso de Sono Pleno. Mas por uma infelicidade tecnológica, meu celular tocou... na verdade vibrou, e por isso acabei tomando um leve susto. Foi quando a música foi aumentando como mágica, e estava alta. Eu estava atordoada com aquela melodia horrível, pensei: Que música é essa? A voz do cantor, não era agradável, e o ritmo da canção, indefinido. Atendi o celular, falei o que tinha para falar, e desliguei. Coloquei novamente os fones e tentei voltar a música, não encontrava a bendita. Como seria possível? Quem colocou essa música horrível no meu MP(alguma coisa)? Após inúmeras tentativas e introduções, lembrei do tom de voz do cantor: Finalmente, pensei. Minha indignação era perceptível (ainda bem que ninguém percebeu). Me prestei a ouvi-la, pois queria descobrir o que aquela música fazia ali, e descobri.
Aí você se pergunta: que porra de música é essa?! Pois bem, vou recita-la mais ou menos, para você:
" Para quem é pouco mais que a soma, de incontáveis hematomas, adquiridos ao longo de um percurso errático. Sobre escombros é bom dar um passo por vez, então me deixa dar um passo por vez.
Eu quase nunca me apaixono, não é assim que eu funciono, é tão raro eu achar alguém de quem eu goste, mas eis que surgiu você, justamente você.
É bom dar um passo por vez, então me deixa dar um passo por vez.
Vê? Eu que mal me aguentava em pé, tive que reaprender a andar, com calma, um passo por vez.
Hoje não há quem me detenha, ninguém. Não há exceção à regra, você estava certa, ao se proteger de mim.
Eu sei, eu só preciso dar um passo por vez.
Me dói te ver vivendo presa, com tanta pena de si mesma, mas é uma escolha só sua...
O que eu posso fazer? Me diz, o que eu posso fazer?
A não ser dar um passo por vez.
E aos poucos, me afastar de vez.
(de um emprego em que eu não sou eu mesmo, da rotina em que eu não sou eu mesmo, da mulher com quem eu não sou eu mesmo...)
Eu sei, um passo por vez."
A melodia é terrível, a letra é escrota, o ritmo não me agrada, o cantor não favoreceu e ainda por cima atrapalhou meu sono pleno. Entretanto, existia uma mensagem ali.
Moral da história: Mesmo que os sinais venham da pior maneira, eles sempre vêm.
Fique atento.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Incerteza.
Uma noite agradável de sexta-feira, um dia corrido e cansativo, só faltou alguém para conversar, bater aquele papo sobre assuntos nem tão polêmicos, nem tão banais. Tripudiar nos raciocínios e questionar sobre a maneira de como os rumos vão se formando bem na frente do nosso nariz. Metas são estabelecidas, objetivos turvos, e estratégias um tanto quanto incostantes.
Se existisse alguém que apenas deitasse ao meu lado e reclamasse da vida, de como as coisas têm sido difíceis, que encostasse a cabeça no meu colo numa súbita vontade de se sentir protegido. Alguém que deitasse olhando para o teto com uma expressão de angústia, talvez um leve temor, de perceber como as coisas são loucas e impremeditadas, mas nem isso. Pensando por outro lado, esse alguém poderia dizer o quanto a vida tem sido boa e sensata com nós, e dizer que as coisas são difíceis mas que teriamos um ao outro como apoio emocional e racional, que pudesse assumir esse temor que a vida causa, mas que soubesse que os frutos seriam maravilhosos, mas nem isso.
Os milhares de filmes, que emocionaram ou que não fizeram a menor diferença. As centenas de músicas que ouvi e que de alguma forma poderiam ser aquelas palavras que pudessem ser ditas. Tantos livros e agora me diz: O que eu posso fazer? O que eu ganhei com tudo isso? Como eu faço para ter tal proeza? A teoria é a descoberta de que a prática é quase uma utopia. Fórmulas não resolvem, equações muito menos...então, qual o sentido de tudo isso? Onde posso descobrir como agir, como sentir, como reagir a você?!
Sem chance, vou fracassar, vou insistir e desistir diversas vezes, mas contiuarei erroneamente tentando entender, qual a sequência correta de fatos. Dizer algo ou ficar calada parecem sinônimos, tentativas não parecem necessárias, conclusões nem se encaixam no contexto. Dois rumos paralelos, que podem vir a se cruzar, sei lá por qual motivo.
São muitas incertezas num pensamento só, e isso é perturbador, mas talvez...
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Feliz e Careta, Obrigada!
Começei esse texto sorrindo, coloquei uma musica agitada que adoro no volume maximo, e me flagrei imaginando um lugar cheio de gente dançando, e numa subita loucura do meu ser, não veria ninguém, não me interessaria por ninguém, não olharia para ninguém, apenas dançaria, feito louca, como aqueles momentos em que você se pega sozinha no seu quarto em frente ao espelho, pulando, rodopiando, e fazendo caras e bocas que só você conhece!
Me senti feliz, e quis aproveitar esse momento para escrever para vocês, meus queridos e assíduos leitores que não cansam dessas palavras exageradamente intensas e cheias de expressões, que talvez possam fazer vocês enxargarem o mundo como eu enxergo.
Eu que nunca quis dar pitaco na vida das pessoas, sempre fui franca com gente querida, vim até aqui para dizer um absurdo: Você não precisa de nada disso!
Relaxe, vou esclarecer - Ninguém é tão diferente que não passe de uma simples pessoa comum. Dificultei né?! Pois bem, você está aí, sentado lendo o que eu escrevi, porque você é alguem diferente e de bom gosto (modestia a parte) que só quer ler algo que agregue na sua vida, que preencha esse espaço sinuoso entre a vida e a morte, que por sinal se chama tragetória de vida ou como quiser chamar esse caminho tão conturbado e prezeroso que se chama vida. Enfim, sem rodeios, já rodeiando, vou dizer logo: Você não precisa de nada disso!
Logo você, uma pessoa espetacular com princípios, vem me dizer que acha que fumar representa charme? Ah, por favor! Logo você, uma pessoa de opinião formada e totalmente centrada, usa todos os tipos de drogas lícitas e ilícitas, tudo praticamente ao mesmo tempo e acha isso uma coisa "daora"? - Claro, todos os meus amigos usam, logo vou usar também! PUTS! Logo você, meu querido, que tem uma ótima aparência, usa isso para "pegar" uma por dia, para mostrar para os seus "camarada" o quão viril você é? Não é possivel! Não posso acreditar que você, uma menina tão inteligente, escolhe se comportar de maneira vulgar a pegar um livro ou um gibi que seja, e chamar a atenção dos homens pela sua inteligencia e não pela sua bunda grande?
Me responda com franqueza: você realmente precisa de tudo isso?
É claro que a vida está aí, para ser vivida e curtida, mas não custa encontrar o equilibrio em toda essa baderna chamada juventude. Quer fumar? Fume, mas assuma que você é um vicíado e não um charmoso (não por isso)! Quer cheirar, injetar, fumar e afins? Faça, mas por favor não diga que isso é "daora", não piore as coisas! Quer pegar geral? Pegue, mas por favor, fique longe de mim com essas doenças venéreas.
Quer bancar a burra? Banque, mas esteja consciente de que essa vidinha que você leva é uma ilusão, sem volta.
Você não precisa disso! Volto a aconselhar porque essa bagunça precisa ser rapidamente organizada e a faxina tem que ser geral. Não dá mais pra acreditar, que você prefere assistir BBB ao invés de assistir um filme, ou um documentario sobre a reprodução das hienas (lá também tem sexo, só que o sexo entre as hienas faz muito mais sentido).
Você não precisa disso, sério. Você sabe que não precisa. E você não entende porque faz exatamente, mas não precisa.
Inversão de valores companheiros, é disso que vocês precisam. Amigos, é disso que vocês precisam. Amor, é disso que vocês precisam. Saúde, é disso que vocês precisam. Cultura, é disso que vocês precisam. Sabedoria, é disso que vocês precisam.
É disso que eu preciso. É disso que você precisa. É disso que nós precisamos.
E isso tudo foi apenas conselho, mas não quer dizer que você precise.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Medo de querer.
É fantástico viajar, observar as pessoas sobrevivendo a rotina e ao bombardeio de ocupações e preocupações alheias. A correria é intensa, é gente indo pra lá, gente vindo pra cá e gente que nem sabe pra onde está indo, mas está indo. Estive em São Paulo esse fim de semana, e não considero necessariamente uma viagem, mas desta vez quis considerar, então aproveitei para observar tudo, e todos. Uma explosão de sensações tomou conta de mim, pensamentos rápidos de curta duração invadiram minha mente, a dor de cabeça foi inevitável: Eu quis assim.
Somos movidos pelo o que queremos, nossos desejos são quase que mágicos e perigosos. Não pensamos tanto para desejar as coisas, mas desejamos. O problema é que não sabemos exatamente o que queremos e isso complica e atrapalha tudo. Se soubéssemos exatamente o que queremos cinquenta por cento dos nossos medos seriam aniquilados...OPA, eu disse medo? Pois é, eu disse!
Devastador é a palavra, o medo é tudo que nos segura, nos prende, nos esconde, nos rodeia e nos prejudica.
Não é nós que não sabemos o queremos, muito pelo contrário, nós sabemos muito bem, só que tememos isso, e isso acarreta uma série de sensações como, sentir a dor do passado, sofrimentos recentes, desvalorização própria, insegurança, enfim...tudo para bloquear sua felicidade de acontecer e se concretizar de fato. Eu diria mais, diria que as pessoas estão sendo movidas pelos próprios medos, não pelo que elas realmente querem, presas a convenções e comodismos e por que não, ao próprio preconceito. Querendo ser o que não são, vivem uma vida "aceita" pelos demais, e se entregam a mediocridade sem pestanejar.
O medo nos impulsiona a fazer planos quase que sempre falhos e que geralmente fracassam. Um piscar de olhos, e quando você vai ver, está sendo você de novo, mas que droga não?
Chega de fugir, chega de se esconder de você. Chega de achar que pode controlar o que sente, e desistir do que vive, só para agradar as pessoas. Então te convido a fazer um trato comigo: Vamos pegar todas essas sensações maravilhosas que estamos sentindo, e vamos expulsa-las dos nossos corpos, e assumir que queremos ser felizes, independente do que queremos, vamos buscar segurança em nós primeiramente, para que isso venha a trazer segurança para as outras pessoas que te rodeiam, vamos incentivar a nós mesmos a querer ir atrás do que se ama, do que se cuida, do que se sente bem. Querer é só o começo, agora lute, conquiste e faça por merecer. Não tenha medo de querer, queira porque tem medo. Lute contra o medo, o aniquile, porque o que você precisa mesmo, é ser feliz...Então faz um favor? Vai ser feliz!
Somos movidos pelo o que queremos, nossos desejos são quase que mágicos e perigosos. Não pensamos tanto para desejar as coisas, mas desejamos. O problema é que não sabemos exatamente o que queremos e isso complica e atrapalha tudo. Se soubéssemos exatamente o que queremos cinquenta por cento dos nossos medos seriam aniquilados...OPA, eu disse medo? Pois é, eu disse!
Devastador é a palavra, o medo é tudo que nos segura, nos prende, nos esconde, nos rodeia e nos prejudica.
Não é nós que não sabemos o queremos, muito pelo contrário, nós sabemos muito bem, só que tememos isso, e isso acarreta uma série de sensações como, sentir a dor do passado, sofrimentos recentes, desvalorização própria, insegurança, enfim...tudo para bloquear sua felicidade de acontecer e se concretizar de fato. Eu diria mais, diria que as pessoas estão sendo movidas pelos próprios medos, não pelo que elas realmente querem, presas a convenções e comodismos e por que não, ao próprio preconceito. Querendo ser o que não são, vivem uma vida "aceita" pelos demais, e se entregam a mediocridade sem pestanejar.
O medo nos impulsiona a fazer planos quase que sempre falhos e que geralmente fracassam. Um piscar de olhos, e quando você vai ver, está sendo você de novo, mas que droga não?
Chega de fugir, chega de se esconder de você. Chega de achar que pode controlar o que sente, e desistir do que vive, só para agradar as pessoas. Então te convido a fazer um trato comigo: Vamos pegar todas essas sensações maravilhosas que estamos sentindo, e vamos expulsa-las dos nossos corpos, e assumir que queremos ser felizes, independente do que queremos, vamos buscar segurança em nós primeiramente, para que isso venha a trazer segurança para as outras pessoas que te rodeiam, vamos incentivar a nós mesmos a querer ir atrás do que se ama, do que se cuida, do que se sente bem. Querer é só o começo, agora lute, conquiste e faça por merecer. Não tenha medo de querer, queira porque tem medo. Lute contra o medo, o aniquile, porque o que você precisa mesmo, é ser feliz...Então faz um favor? Vai ser feliz!
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